terça-feira, 17 de abril de 2012

Espero que não entrem "corruptos"

O jogo dos júniores contra os corruptos, que se realiza no sábado à tarde (16 horas no Seixal), tem entrada grátis para os sócios e adeptos do Benfica.
Já que os corruptos não nos deixam entrar nos seus campos e pavilhões, a não ser nos jogos de séniores, porque existe a obrigatoriedade de cederem 5% da lotação, gostaria que os benfiquistas não permitissem a entrada de nenhum adepto corrupto com algum adereço que o identifique.
Amor com amor se paga!
Infelizmente o jogo começa apenas uma hora mais cedo que o dos séniores pelo que muitos benfiquistas não poderão estar presentes. Apelo aos benfiquistas da margem sul que não possam deslocar-se à Luz que não deixem de comparecer pois precisamos vencer os corruptos para manter a liderança e deixá-los a 5 pontos.

domingo, 15 de abril de 2012

Só os corruptos conseguem estes milagres!

O quase crónico campeão nacional de futebol dos últimos 20 anos fez uma época miserável sendo afastado de todas as provas em que esteve envolvido, menos naquela em que investem tudo, mas mesmo tudo! Porque será?
O crónico campeão de hóquei em patins dos últimos 10 anos foi afastado da final 8 da Liga Europeia, num grupo que incluía o Liceo da Corunha (Espanha), o Valdagno (Itália) e o Genéve (Suíça).
Curiosamente as duas equipas são do mesmo clube!
E já que falo do hóquei corrupto, a falta de pagamento dos ordenados já começa a fazer estragos.
O espanhol Pedro Gil, o tal que durante um jogo transmitido pela TV pediu dinheiro por gestos, está de saída, assim como outro (Suissas) apesar de ter mais um ano de contrato.
A coisa está a ficar preta! 

terça-feira, 3 de abril de 2012

O Benfica é diferente

João Nunes premiado com viagem a Londres

Por ter tido uma excelente performance escolar, social, comportamental e desportiva na temporada 2010/2011, o jogador dos Juvenis João Nunes está a acompanhar a equipa principal do Benfica na deslocação a Londres.

A comitiva “encarnada” partiu esta terça-feira para Londres, onde vai ter lugar o jogo da segunda-mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões frente ao Chelsea.

O Chelsea – Benfica tem início marcado para as 19h45 desta quarta-feira, dia 4 de Abril, em Stamford Bridge. (in, site do SLBenfica)

O Benfica já é mais que um clube de futebol. Não é só o Barcelona!

domingo, 1 de abril de 2012

Foi um sábado Glorioso

O Benfica teve ontem um dia sensacional em termos de resultados.
O futebol, mola real do clube, venceu o então líder Sp. Braga por 2-1 num jogo muito bem jogado, sobretudo na 2ª parte.
O golo da vitória surgiu já nos descontos através de Bruno César. Quem sabe não terá sido a estrelinha de campeão a visitar a Luz?
Passando às modalidades, todas saíram vitoriosas.
O ANDEBOL venceu o Águas Santas por 28-27 na Maia, num Pavilhão muito difícil, subindo ao 2º lugar mantendo intactas as aspirações ao título.
O próximo jogo será no antro da corrupção no próximo dia 11 de Abril (4ª feira, 21 h).
O BASQUETEBOL cilindrou o Terceira Basket por 118-41 num dos Pavilhões da Luz, mesmo tendo utilizado durante muitos minutos os jovens oriundos da formação, casos de António Monteiro (27 pontos), Carlos Ferreirinho, Pedro Belo e Tomás Barroso.
O FUTSAL cilindrou o Loures na Luz por 21-2, com golos de Diego Sol (4), Ricardinho (3), Gonçalo (3), Bruno Coelho (3), Davi (2), Dentinho (2), Teka (2), Diece (1) e um autogolo do adversário.
O HÓQUEI goleou em Espinho a Académica local por 6-1, com golos de Sérgio Silva (2), Carlos López, Cacau, Luís Viana e Diogo Rafael.

O VOLEIBOL já havia ganho na 6ª feira o Castêlo da Maia, fora de casa, por 3-1, com os parciais de 25-23, 25-10, 24-26 e 25-18.
Hoje joga a final da Taça de Portugal contra a Ac. de Espinho, em Coimbra.
Actuais detentores do troféu, a equipa vai tentar trazer novamente a Taça para as vitrines da Luz.

Pena o empate da nossa equipa de futebol júnior que empatou no Seixal com o Sporting (1-1), mesmo assim mantém-se líder com um ponto de vantagem sobre o seu adversário e dois sobre o fcp e o Braga.
Falta ainda muito campeonato pois este foi apenas o 1º jogo da 2ª volta.

domingo, 18 de março de 2012

Faleceu um campeão

Faleceu o antigo atleta de atletismo do Benfica, António Leitão com 51 anos apenas.
O seu momento mais alto foi a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1984 (Los Angeles) na prova de 5.000 metros.
Os meus pêsames à sua família!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Só 3 dezenas!

Enquanto o Benfica costuma ter centenas, os corruptos tinham 3 dezenas de adeptos à espera da equipa na chegada à Madeira.
E ainda acham eles que são os maiores, só porque têm ganho mais, graças à batota!

terça-feira, 13 de março de 2012

O complexo Calabote

A crónica já não é propriamente fresca mas apenas hoje a li. E vale a pena difundi-la porque provavelmente muitos benfiquistas ainda não a leram.

«A nomeação de Pedro Proença para o Benfica-Porto resultou de uma aplicação inquestionável de critérios objetivos: melhor árbitro português, um dos melhores da Europa, seguro de si, experiente e respeitado pelos jogadores. Nada parecia poder correr mal, exceto por algum pormenor incontrolável, mas a Lei de Murphy fez-se cumprir uma vez mais, pela incompetência gritante do tal auxiliar: tinha de acontecer, aconteceu para desgraça do chefe de equipa, adepto assumido do clube prejudicado.
E logo vieram ao de cima os números que o condenam sumariamente aos olhos dos benfiquistas, porque realmente não há memória de uma coisa assim, a nível europeu, mesmo: seis jogos grandes do Benfica e nem uma vitória. A estatística denuncia o complexo de Proença e justifica o seu erro maior, que foi a indulgência com os jogadores portistas, relativamente à facilidade com que expulsou o jogador menos cotado em campo.
Sem surpresa. Em 20 jogos do FC Porto, assinalou 355 faltas, em 22 partidas do Benfica marcou 357 infrações – uma regularidade impressionante que, todavia, faz ressaltar ainda mais a incongruência do histórico de expulsões: 7-0, “a favor” do Benfica.
Embora Jorge Jesus tenha cometido erros tão ou mais gritantes, Pedro Proença foi imediatamente declarado “persona non grata” com uma violência que fez lembrar as quarentenas frequentemente exigidas por outros clubes e que já originaram reações corporativas não menos chocantes aos árbitros.
A questão recorrente dos últimos tempos nesta área é o poder das nomeações, autêntico eixo do mal do processo Apito Dourado, cujos responsáveis estão hoje em posições ainda mais poderosas, com o voto do Benfica. Durante décadas e décadas, a escolha foi um atributo de seres superiores, através da famosa Comissão Central e de um poder com mandato estatal. A democracia, o regionalismo emblemático e a fragilidade dos dirigentes transformaram-no em moeda de troca e em elo mais fraco da indústria do sucesso desportivo.
Com cinco anos de carreira pela frente, Pedro Proença não poderá evitar o Benfica em futuras oportunidades, incluindo futuros clássicos ou dérbis. Os clubes não podem evitar as nomeações, nem devem vetar árbitros – admiti-lo seria permitir uma competição desigual e desvirtuada à partida.
Portanto, assim como Bruno Paixão entrou nas boas graças do FC Porto após 18 meses de travessia do deserto, voltaremos a ter dentro de algum tempo João Ferreira num jogo do Sporting e, na próxima temporada, Pedro Proença num partida do Benfica. Ele precisa de mais uma oportunidade para deixar de ser o único árbitro internacional em mais de 60 anos com quem o Benfica nunca venceu um clássico, sob pena de se transformar no Calabote do século 21: um benfiquista confesso com assinatura na glória do FC Porto.
Seguro de si, experiente e com a mania da superioridade sobre os jogadores, Pedro Proença nunca admitirá a sua fraqueza, perante o Benfica. Talvez possa ser ajudado pelo mestre, Vítor Pereira, que durante anos e anos fugiu de dirigir jogos do Sporting para não correr o risco de cometer o pecado original.
A nomeação de Pedro Proença para o Benfica-Porto resultou de uma aplicação inquestionável de critérios objetivos: melhor árbitro português, um dos melhores da Europa, seguro de si, experiente e respeitado pelos jogadores. Nada parecia poder correr mal, exceto por algum pormenor incontrolável, mas a Lei de Murphy fez-se cumprir uma vez mais, pela incompetência gritante do tal auxiliar: tinha de acontecer, aconteceu para desgraça do chefe de equipa, adepto assumido do clube prejudicado.» (in Record)
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