quarta-feira, 23 de março de 2011

Até nos júniores

O F. C. Porto venceu o Benfica, por 2-1, no Olival, em jogo da 2.ª fase do campeonato nacional de juniores A. O desafio foi quente e acabou com burburinhos no relvado, onde os jogadores se envolveram em picardias. O guarda-redes suplente dos dragões foi expulso por alegada agressão.
É caso para dizer, até nos júniores os corruptos mostram aquilo que são!

Humilhados em casa

Não esperava perder em casa por 19 pontos por isso fiquei desiludido. No entanto, não posso deitar abaixo a nossa equipa porque simplesmente não esteve num dia sim, enquanto os corruptos estiveram incríveis nos lançamentos de 3 pontos. Basta olhar para o resultado final, 84-103!
Não tenho dados estatísticos mas dos 103 pontos, uns 60 foram de triplos.
A única coisa boa deste jogo foi a estreia de Marquin Chandler que foi o melhor marcador do Benfica, notando-se perfeitamente a sua falta de ritmo, a falta de entrosamento com os colegas. Creio que falhou apenas um lançamento.
Já não conseguiremos chegar ao 1º lugar nesta fase regular, por isso teremos de nos superar no Dragão no play-off.

Futebol em peso no basquetebol

No jogo de basquetebol entre Benfica e FC Porto que vai começar no Pavilhão da Luz, estão presentes Jorge Jesus, Rui Costa e Luisão.
Carrega Benfica.
Aqui fica o link para quem queira ver.

Para ver e rever, rever, rever

terça-feira, 22 de março de 2011

Esta 4ª feira promete

Hoje teremos muito jogo para ver.
Os nossos bi-campeões de basquetebol recebem aquela equipa daquele clube condenado por corrupção desportiva.
Os nossos júniores de futebol vão passar um mau bocado ao Olival. nem o facto de ser numa tarde dum dia de trabalho vai impedir que os super dragays marquem presença.
Os nossos bravos do andebol vão receber o Belenenses num jogo que é para ganhar porque metade dos pontos da 1ª fase passam para a 2ª.
Os que puderem marcar presença, sobretudo no jogo de basquetebol e no de júniores, não faltem.

Amanhã, todos ao Pavilhão da Luz

Joga-se amanhã pelas 21 horas, o Benfica-FC Porto da 2ª volta da 1ª fase do campeonato nacional de basquetebol.
Temos de criar o ambiente que eles nos costumam criar quando vamos ao Dragão Caixa. Vamos intimidá-los e vencê-los. Até porque precisamos de ganhar moral para o play-off.
Para o jogo de amanhã talvez já possamos contar com o novo reforço, o extremo/poste norte-americano Marquin Chandler.
Todos à Luz!

Viva o campeão

E, mais uma vez, a estatística e a perspetiva histórica vingaram. O futebol pode não ser uma ciência exata, expõe-se frequentemente a estranhos ataques de ilógica, chegou a criar milionários nos jogos de adivinhação de resultados, mas no cômputo das temporadas raramente descarrila dos prognósticos.
À4.ª jornada, após o pior começo de sempre do Benfica, a possibilidade de o Porto não vencer este campeonato já não passava de uma ínfima probabilidade aritmética. Só muita incompetência de dirigentes, treinadores e jogadores do Porto poderia possibilitar uma inversão do que, realmente, estava escrito no plano de retoma que o clube engendrou após a pequena crise gerada pelo excesso de zelo de algumas instâncias disciplinares – que lhe terá custado um ano sabático da Liga dos Campeões.
Agora, nos meses que faltam para concluir o campeonato mais desequilibrado da história do futebol português, assistiremos a um esforço patético de legitimação da reconquista, balanceando já os anos do porvir e um novo ciclo triunfal.
Aarrogância foi o mais nobre dos sentimentos que décadas de vitórias instilaram na família portista, consolidando a noção de que só é possível perder, de vez em quando, por motivos marginais e ilegítimos, como a violência dos guardas pretorianos dos túneis de acesso aos balneários que, segundo os bons espíritos, teria proporcionado a glória efémera de Jesus e seus discípulos. Em contraste com essa embófia congénita de profundo desprezo pelos adversários principais, potenciada pelas repetidas consagrações, todos os outros atributos do futebol portista chegam a passar despercebidos, para desespero dos que gostavam de sentir mais carinho e reconhecimento nacional, sem esquecer a desproporcionalidade comercial e a colagem de uma identidade grotesca que demora em compaginar-se com os novos tempos.
Écom naturalidade que se assiste nestes dias à exaltação de uma pequena, quase irrelevante, manobra de intimidação de alguns vigilantes pelos bons costumes na pessoa de um notório adversário, na circunstância vice-presidente do clube que tem o tal túnel perigoso. No ano Cardinal, apenas mais um número de circo, o dos palhaços ricos, os menos engraçados da arena.
Apesar de alguns pensadores da bola insistirem em não conseguir analisar os acontecimentos à luz das estatísticas, o campeonato português continua em retrocesso competitivo agudo, como o demonstram as enormes diferenças pontuais entre os vários níveis da classificação. Mas, da Liga, não se ouve o mais pequeno comentário, um murmúrio, um lamento, nada.
Na última jornada, foi possível seguir em direto pela televisão cinco jogos que primaram pela falta de qualidade técnica, desinteresse competitivo e baixo nível espetacular, com realce para a cobardia da maioria dos treinadores e para a gritante falta de frescura física das equipas, particularmente as que não estão envolvidas nas provas europeias.
Ofutebol é mau, as bancadas esvaziam, as audiências caem, os dirigentes encenam, as arbitragens tresandam, os treinadores amocham, os jogadores emigram. E, no entanto, o país tranquiliza-se na miragem do cenário ideal: viva o campeão!
(João Q. Manha)
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