sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O tal que gritava feito louco

Lembram-se do jogador do Setúbal que gritava que nem um louco no Dragão imediatamente antes do cruzamento que deu origem ao penálti fantasma sobre Falcao?
Pois é, Fucile ignorou os berros e seguiu com a jogada.
Afinal de contas, o jogador, Bruno Gallo de seu nome, fez uma ruptura de ligamentos do joelho e vai ser operado.
Já na semana anterior em Alvalade, João Moutinho fez o mesmo e na sequência da jogada deu o golo do empate. Que pontaria! Em dois jogos seguidos a falta de fair-play dos portistas dá golo.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Tomem, anti-Benfiquistas!

O Google divulgou, ontem, o Zeitgeist 2010 – lista das palavras mais procuradas no seu motor de busca –, segundo o qual o Benfica é um dos mais procurados na página em Portugal. 
Na área de desporto, o ranking é liderado pela palavra “futebol”, seguida de “Benfica”, enquanto “Sporting” surge na 5.ª posição. E o FC Porto? Gostava de saber!

Um bom artigo de João Gobern

Seria útil que Jorge Jesus tivesse utilizado os vinte minutos em que, ontem, o Benfica esteve matematicamente afastado da continuidade nas competições europeias para repensar as suas intervenções públicas. É certo que fazer confluir para um só homem as culpas de uma exibição desastrada e abúlica, tão arrastada como se do resultado não dependesse o (relativo) equilíbrio financeiro e a salvaguarda da última fatia do prestígio amealhado na época passada, assume foros de injustiça – afinal, o treinador não pode entrar em campo para empurrar os jogadores… Do mesmo modo, é verdade que, nas declarações do técnico de um grande clube, há que contar sempre com uma percentagem reservada à motivação do plantel e ao empolgamento dos adeptos. Mas o grave, neste caso, está no abismo que emerge entre o que se diz e o que se vê.
Sejamos honestos: com exceção de uma hora frente ao Lyon, na partida da Luz, a participação do Benfica na Liga dos Campeões fica abaixo do medíocre, tanto pelas exibições como pelos resultados. O que fica para a história são quatro derrotas em seis jogos e a desvantagem no marcador face a todos os oponentes: 1-4 frente ao Schalke 04, 4-5 na soma com o Lyon, até 2-3 nos desfechos com o Hapoel. Mais: os benfiquistas que suspiraram de alívio com o golo de Lacazette não vão esquecer que a sua equipa entrou a depender de si própria e acabou a rezar pelo milagre em Lyon. Antes de mais esta pintura esborratada, já Jorge Jesus tinha defendido que o Benfica poderia chegar mais longe na Liga Europa do que fez na época passada. Só para avivar a memória: o campeão nacional despediu-se nos quartos-de-final. O que levanta a questão – a jogar assim, sem pressão, alta ou baixa, sem velocidade, alta ou baixa, sem eficácia, ao invés da última época, alguém acredita na verosimilhança deste objetivo?
Épreciso mudar muita coisa, a começar pela atitude. Como é indispensável desvendar o grande mistério da temporada benfiquista: se os jogadores são praticamente os mesmos (e Jesus teve tempo e dinheiro para substituir à altura Di María e Ramires), de onde vêm tantas diferenças? Vem aí o mercado de Janeiro e a tentação pelos reforços é grande, mesmo tendo consciência de que é muito mais difícil fazer bons negócios no Inverno. Talvez por isso, se troque o reforço pelo esforço: sem a resolução das maleitas internas, os que vierem podem alinhar no lado dos problemas e não das soluções. Acima de tudo, o Benfica precisa jogar mais e melhor. Caso contrário, ficará a falar sozinho, quando protestar contra os Elmanos desta vida. Claro que a reclamação é justa, nas primeiro é necessário fazer pela vida dentro de campo. Chama-se autoridade moral, se não me engano.

Tudo isto é triste, ou tudo isto é fado?

Já estamos mais que habituados a este triste fado português de vermos o FC Porto sistematicamente beneficiado.
Tiro o chapéu a autor deste artigo porque não teve medo de chamar os bois pelos nomes!
O jogo FC Porto-Vitória de Setúbal teve três grandes protagonistas: o treinador do Vitória, Manuel Fernandes, o treinador do Porto, André Villas-Boas, e o árbitro Elmano Santos.
Manuel Fernandes admitiu deixar o futebol e não é caso para menos: jogar no campo de um adversário muito mais poderoso e, depois de equilibrar o jogo, ser derrotado pelo árbitro, é muito triste.
Villas-Boas estava castigado e assistiu ao jogo na bancada. Mas passou todo o tempo a falar pelo walkie-talkie com o adjunto sentado no banco. Para que servem então os castigos aos treinadores? Para assistirmos a estas farsas?
Finalmente Elmano Santos. Com todo o respeito, creio que não estava na posse de todas as suas faculdades. Para lá de outros erros ridículos, marcou um penálti contra o Vitória por uma falta que ele próprio não viu e anulou um golo ao Vitória por razões que só ele conhece.
Se não tivesse marcado o penálti que deu a vitória ao FC Porto ninguém se queixava: nem a suposta “vítima” da falta. E se tivesse validado o golo que dava o empate ao Vitória também ninguém se queixava: todos os jogadores, guarda-redes incluído, se fizeram ao lance, ninguém dando por que ele não tinha apitado.
Aqui, julgo que se passou o seguinte: primeiro, ele precipitou-se e marcou o penálti; depois arrependeu-se de o ter feito; finalmente, quando viu a bola lá dentro, assustou-se e mandou-o repetir.
Pela sua cabeça passou um filme a 100 à hora. E respirou fundo quando, na repetição, viu a bola sair por cima.
Enfim, foi um jogo para esquecer. Mas por que razão, nestes jogos, o FC Porto será quase sempre o beneficiado?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Também se especula em Espanha

O diário El Mundo Deportivo, de Barcelona, pôs em dúvida na segunda-feira o relacionamento de Cristiano Ronaldo com os companheiros do Real Madrid. As suspeitas do jornal catalão recaem sobre o facto dele ter comemorado praticamente sozinho os seus dois golos marcados no último sábado, contra o Valencia, no Santiago Bernabéu.
No primeiro, Cristiano Ronaldo celebrou apenas com Pepe e Marcelo. E após ter marcado o segundo nenhum companheiro chegou perto, até que o atacante correu para o banco de suplentes e abraçou o guarda-redes suplente Dudek. Só depois recebeu um cumprimento discreto de Marcelo e Xabi Alonso.
Lá como cá!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Benfica não será cabeça-de-série

Como se não bastasse o que basta, para a desgraça ser maior não seremos cabeça-de-série no sorteio da Liga Europa que se realiza no dia 17 em Nyon.
Nos dezasseis-avos-de-final as equipas portuguesas não poderáo jogar entre si, mas a partir dos oitavos tal já poderá acontecer.
Será que vamos ter um duelo português logo no 1º sorteio livre?

Estou realmente sem compreender

Não existe uma explicação lógica para a irregularidade do Benfica esta época!
E para não dizer asneiras fico por aqui. Foi mesmo apenas para manifestar a minha incompreensão.
Ah, obrigado Lyon!
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