domingo, 5 de dezembro de 2010

Fim de semana glorioso nas modalidades

Este fim de semana foi Glorioso nas modalidades, apesar do empate do futsal fora de casa frente ao Fundão.

Andebol (Campeonato) - Vitória na Madeira frente ao sempre difícil Madeira SAD por 26-25.
Actualmente em 3º lugar.

Basquetebol (Campeonato) - Vitória em Penafiel frente ao clube local por 71-64.
Neste jogo houve poupança de jogadores pois o Ben Reed e H. Evans não fizeram qualquer ponto.
Lembro que na 4ª feira temos um jogo importantíssimo para a Eurochallenge contra os búlgaros do Lukoil Academic.
Actualmente em 2º lugar.

Futsal (Campeonato) - Empate no Fundão frente ao clube local por 2-2.
Actualmente em 2º lugar com os mesmo pontos do líder Belenenses.
Hóquei em Patins (Campeonato) - Vitória na Luz frente ao Oliveirense por 5-3.
Actualmente em 2º lugar.

Voleibol (Campeonato) - Vitória em Matosinhos frente ao Leixões por 3-0.
Actualmente em 1º lugar.

Em todas estas 5 modalidades poderemos ser campeões.

Porque o Leiria foi tão "passarinho" no Dragão?

Após mais uma vitória do U. Leiria, desta vez frente ao Sp. de Braga, fico ainda mais intrigado pela forma como jogou e perdeu no Dragão.
Naquele jogo a equipa entrou desfalcada em campo por opção do seu treinador. Estranho!
Naquele jogo a equipa fez a primeira falta quando já perdia por 3-0, segundo li na altura!
Será que o U. Leiria entregou o jogo para o FC Porto?

sábado, 4 de dezembro de 2010

O penitente Rui Moreira

Sem os outros "gatos" no jornal A Bola, cabe a Miguel Góis, no Record, atacar os Ruis Moreiras e Cia.
“Saber jogar (...) em campos inclinados é uma velha tradição do FC Porto”. Ainda que não tenha sido essa a intenção, Rui Moreira pode ter aqui encontrado a única frase que todos os benfiquistas e, ao mesmo tempo, todos os portistas subscrevem. Trata-se, portanto, de um notável esforço no sentido da pacificação no futebol português. Tragicamente, Rui Moreira pode ter feito um mau serviço a si próprio, porque – logo ele, que tem um apego tão grande a discussões livres e abertas, sem qualquer tipo de condicionamento – pode ter delineado o fim dos programas de debate desportivo:
Portista – Fique sabendo que saber jogar em campos inclinados é uma velha tradição do FC Porto.
Benfiquista – Então, eu não sei disso... Não podia estar mais de acordo.
(E é nesta altura que o comentador afeto ao Sporting fica sem saber o que dizer, porque se, por um lado, quer concordar com o portista, faz-lhe confusão não discordar do benfiquista).
Seja como for, o encanto da frase está no seu caráter dúbio: escrita por um comentador afeto ao FC Porto, a frase pode revelar ou uma honestidade desarmante, ou uma torpeza inaudita. E para aqueles leitores que defendem que, por se tratar de Rui Moreira, nos devemos inclinar sem demoras para a hipótese “torpeza”, devo dizer que não me revejo nesse julgamento precipitado, e até difamatório, com o qual me recuso a pactuar. Na minha opinião, depende de que Rui Moreira estamos a falar. Por exemplo, o Rui Moreira de outrora, crítico em relação aos métodos de Pinto da Costa, poderia perfeitamente revelar uma honestidade desarmante. Em contrapartida, o Rui Moreira atual já teria alguma dificuldade nessa matéria, uma vez que se encontra em pleno processo de penitência. E, como sabem os crentes, a penitência implica atos como jejuns, peregrinações e vigílias. Isso mesmo: vigílias. Começa tudo a fazer sentido...

Daqui à falência é um passo

O clube submisso está a caminhar a passos largos para o abismo.
Os sintomas são mais que muitos, mas o último conhecido é que reduziram o capital social da sua SAD para metade, ou seja de 42 milhões de euros, passaram para 21 milhões, com o valor nominal de 1 euro cada acção!
Quando uma sociedade vale menos que um bom jogador algo está mal.

A propósito da não escolha para sediar o Mundial-2018

Quanto mais não seja para não ter que levar com Madaíl e Cia., gostei que a candidatura Espanha/Portugal não tivesse sido escolhida.
Ontem o País ficou triste. Precisava de uma alegria, agora que à crise promete suceder mais crise. E os jornalistas, antes do anúncio da escolha da Rússia e do Qatar como organizadores dos mundiais de 2018 e 2022, faziam render o peixe. E faziam de claque, como é mau costume nestes momentos. Será que iríamos ser os escolhidos? Sim, a candidatura era tratada como nossa e só por arrasto de Espanha.
Enquanto ouvia os jornalistas senti-me recuar às vésperas de 2004. A mesma excitação nacional acrítica. A mesmo impossibilidade de pôr em causa aquela estúpida e irresponsável aventura em que nos envolvemos. A mesma festa mediática que retira aos jornalistas a sua função de informar e os transforma em cheerleaders da Nação. O mesmo patriotismo alegre que os políticos usam para animar as massas quando mais nada as pode animar. O mesmo provincianismo que se baba quando alguém fala de nós, mas que se esquece de olhar para a fatura desse momento de glória.
Claro que Portugal não pode parar para se entregar à depressão coletiva. Claro que tem de fazer investimentos para colher os frutos. Mas não podemos, por uma vez, ser mais imaginativos? Temos de saltar de organização de evento em organização de evento, sempre em cima de mais e mais betão?
Felizmente perdemos. Seríamos um caso único na organização de um Euro e de um Mundial tão próximos. Seria a confirmação de que não aprendemos nada com o desastre financeiro que foi e continua a ser o Euro. Claro que há quem diga que a coisa se paga a si mesma. Como se pagava o Euro e a Expo 98. Não pagaram, como sabemos. E há riscos que não podemos mesmo correr agora. Felizmente, por escolha de outros, safámo-nos. Pelo menos uma boa notícia. Festejemos então a nossa derrota.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Pressão neles!

O Benfica cumpriu a sua obrigação, com uma exibição sem grande brilhantismo, vencendo o Olhanense com toda a justiça.
O Olhanense surpreendeu de certo modo, jogando olhos nos olhos, criou até algum perigo para a baliza de Roberto, que mais uma vez esteve impecável.
Em relação ao jogo com o Beira Mar, Jesus optou por colocar Aimar, que não tinha actuado por lesão em Aveiro, no lugar de Carlos Martins. Julgo que terá sido uma forma de dar minutos a Aimar e descanso a Carlos Martins que entrou ao intervalo para o lugar de Gaitán, obrigando Ruben Amorim a deslocar-se para a esquerda para ajudar Coentrão que como é habitual correu todo o flanco, embora sem o brilhantismo doutros jogos. Nota-se um abaixamento de forma do nosso esquerdino.
Cardozo mais uma vez resolveu o que estava difícil, embora tenha tido a colaboração do nosso ex-guarda redes Moreto que deu um frango.
O jogo continuou muito aberto na 2ª parte e até algo equilibrado embora com sinal mais para o Benfica que viria a marcar o golo da tranquilidade por Saviola, aparecendo ao 2º poste depois dum desvio na sequência dum canto. Finalmente voltámos aos golos nos lances de bola parada!
Pelo meio ficou na retina um remate de Cardozo ao poste direito de Moreto sem qualquer hipótese deste caso fosse à baliza.
Colocámos pressão nos corruptos que agora estão a 5 pontos. Será que o V. de Setúbal vai conseguir dar-nos uma ajudinha?

Título absurdo

Surgiu a notícia de que o Corinthians de São Paulo, Brasil, "descartou Luisão".
O título é chamativo, mas depois a notícia não o confirma. O título correcto deveria ser, Corinthians sem condições de adquirir Luisão.
O clube paulista vai ficar sem um dos seus centrais titulares (William) que termina a carreira e como está na moda no Brasil o repatriamento de craques em final de carreira, sondou Luisão mas terá verificado que não tem condições financeiras para o fazer, daí o ter "descartado", ou falando português de Portugal, "desistiu" dele.
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