Já foi publicada ontem mas hoje tem mais encanto publicá-la.
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Começa hoje a definição do futuro dos grandes clubes portugueses na Europa. Único representante nacional na elite continental, o FC Porto tem hoje de reencontrar a sua verdadeira imagem dos últimos anos. Só um Porto cosmopolita, desassombrado, virado para os múltiplos venenos do contra-ataque poderá vencer um oscilante Arsenal. Essa equipa que troca a bola como poucas em Inglaterra, mas a que falta peso no meio-campo e instinto matador na área. O Porto tem tudo para seguir em frente. Assim consiga ultrapassar a crise de confiança que o amarra no plano interno - Pedroto não merecia ver a memória manchada com aquele discurso patético e tétrico em que Pinto da Costa lhe prometeu a dedicatória de um título já tão longínquo.
(Octávio Ribeiro, in Record)












