sexta-feira, 5 de março de 2010

Este percebe pouco de matemática!

Se dúvidas houvessem ...

O jornal A BOLA chamou os bois pelos nomes!
Tal não é permitido por lei, mas na prática é o que se passa. Onde está a verdade desportiva? Porém, são eles que se queixam.
E ainda dizem que nós vencemos por manobras estranhas e/ou duvidosas. Corruptos!
O Olhanense é o clube satélite do Porto. Para nós é o FC Porto "C" porque o "B" mora em Braga e pelos vistos vai ficar à frente do clube mãe.
São os seus adversários de hoje na Liga Sagres. Não podia ser melhor para recuperar a moral e a confiança perdidas em Alvalade no domingo passado.
E, resta-lhes rezar a todos os santinhos, se estes ainda os atenderem depois de tantos pecados, para que os seus principais rivais percam pontos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O corrupto não falou

Num acto de coragem "insinuou", num acto de covardia "não disse nada"!
São assim os heróis!
Todos estarão lembrados do ar solene,  e com aquela voz irritante que todos conhecemos, disse: "(...) São esses senhores para quem temos que pedir - não sei a quem, se ao secretário de Estado - que faça realmente um apito encarnado, um apito da cor que quiser, mas que vá apurar o que se está a passar nos campos do futebol português".
No entendimento da comissão disciplinar, estas declarações "indiciavam o conhecimento de factos disciplinarmente relevantes", razão pela qual decidiu a 12 de janeiro "instaurar processo de inquérito destinado a averiguar tais factos".
Posteriormente, quando chamado a depôr, nada disse!
RIDÍCULO!!!

A manifestação, a conspiração e a desilusão

O jornal Record publicou uma crónica "divinal" de ataque aos corruptos pela pena de João Querido Manha. Vale a pena ler garanto!

Na semana passada fomos surpreendidos com um movimento espontâneo de grande impacto, alcance e significado, a manifestação da linha avançada de adeptos do FC Porto à porta da Liga, tendo como porta-voz um ex-dissidente em processo de reabilitação. O plano de pressão, legítima mas pouco desportiva, sobre os órgãos da Liga numa semana vital, só foi estragado pelo timing, seguramente conspirativo e antiportista, da Polícia Judiciária belga, de proceder a buscas na sede do clube, por não confiar na cooperação voluntária dos antigos associados de Luciano d'Onofrio.
Esta nova surtida policial às entranhas do clube-modelo parece ter provocado um efeito devastador no moral da equipa em vésperas de um jogo decisivo. No período pós-traumático da mais grave derrota em 33 anos no estádio do Sporting, as maiores censuras ouvidas dizem respeito à «atitude» dos jogadores, dando pouco crédito às justificações de Jesualdo Ferreira sobre a sobrecarga física - uma ressaca monumental às duas mais expressivas vitórias da temporada, frente ao Arsenal e ao Braga.
O FC Porto viveu longos meses em negação, perante a segurança e supremacia com que o Benfica foi construindo um avanço invulgar que se cifra em nove pontos, mal cumpridos dois terços da competição. Uma certa estratégia condutora à ocupação dos postos possíveis na Liga dos Campeões, numa frente unida com o Sporting de Braga, estilhaçou-se pela enorme apatia exibida em segunda visita desastrosa à capital, em pouco mais de dois meses. É de uma crise identitária que se vai falar a partir de agora, quando neste processo de valores invertidos se olha para a perda iminente de dois lugares de honra, uma classificação só e fugazmente conhecida no período pré-Mourinho.
Enquanto Benfica e Braga desenvolvem uma corrida inédita e carregada de emoção especial por causa da abissal disparidade de meios e apoios, é nas eliminatórias da Champions League que o FC Porto ainda tentará encontrar uma plataforma de sobrevivência e viabilidade para os elevadíssimos investimentos realizados na reconversão da equipa tetracampeã. O que se observou este ano, primeiro do lado de fora e agora certamente também em análise interna, foi uma súbita desaceleração competitiva, em contraponto com a transformação do Benfica em autêntico Fórmula 1 da bola, em velocidade, espetacularidade e eficácia.
As energias das manifestações folclóricas e da ‘fatwa' aos dirigentes da moribunda Comissão Disciplinar da Liga melhor serão investidas no futuro, devidamente renovadas em apoio à reconstrução da equipa que a SAD, com nova orientação financeira, já terá começado a promover sobre os escombros do "penta". A equipa do FC Porto perde relativamente para a do Benfica em valores individuais no meio-campo e no ataque, mas as diferenças maiores são evidentes nos processos coletivos, na articulação de sectores e na identidade geral afetada pela saída de Lucho González e Lisandro López, muito mais do que apenas dois grandes jogadores. Por isso e pela reduzida versatilidade tática frente a adversários mais exigentes responde o treinador Jesualdo Ferreira que, noutros tempos, estaria em fim de ciclo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Eles já se estão a ver de bolsos vazios

 
Até há poucos meses atrás, o "Bruto" Alves era inegociável. Ele até quis sair mas não o deixaram, era o transmissor da mística dragoniana e o esteio duma defesa que sem ele seria uma miséria.
Agora que estão em 3º e com uma diferença pontual que deixa muitas dúvidas se chegarão à Champions da próxima época, o quadro muda de figura.
E, não é especulação concerteza pois quem o afirma é o jornal deles.
Há que encaixar bom dinheiro para poderem ir às compras e ficar com troco para as comissões.

Serenata vermelha

Ainda há dúvidas? É ou não é o Benfica a equipa que pratica o mais sedutor futebol que se vê em Portugal? Na última semana, para as ligas europeia e nacional, realizou duas exibições soberbas, materializadas com muitos golos, desmentindo a tese daqueles que a acusavam de ter entrado em regressão.
O jogo frente ao Leixões correspondeu, porventura, à melhor exibição produzida extramuros. Houve serenata à chuva? Houve mesmo. E deu para ver, como muito bem sublinhou Jorge Jesus, um conjunto "fresco como uma alface" e, já agora, "cansado apenas de tantas vitórias". Em Matosinhos, onde Braga e FC Porto deixaram cair dois preciosos pontos cada qual, o Benfica provou que está na antecâmara do título nacional. Houve um gigantesco Di María? Houve, com certeza. Mas houve, sobretudo, um coletivo sem defeitos ou pecadilhos, um coletivo consistente e não menos harmonioso, o Benfica foi ao Mar e não perdeu o lugar...
Afinal, o que o Benfica foi no Mar não foi o FC Porto em Alvalade. Uma exibição tímida, envergonhada, mesmo submissa. É este FC Porto que alguns queriam fazer crer que poderia rivalizar e até superar o Benfica? Há limites para o desvario. O FC Porto foi uma equipa tão vulgar ante o Sporting que até chegou a ser confrangedora. E o seu problema é que jogava uma cartada importante, quiçá decisiva.
Ao longo dos anos, tenho reforçado ligações de grande amizade com muitos profissionais e adeptos do mundo da bola. Não tenho, porque não calhou, proximidade com Manuel José, mas a quem reconheço enorme sapiência. Campeão nacional? O Benfica, disse Manuel José. Disse-o categoricamente. E eu também o digo apaixonadamente.
(Luis Seara Cardoso, in Record)

terça-feira, 2 de março de 2010

José Gomes expulso ao intervalo ...

O treinador adjunto José Gomes foi expulso ao intervalo, por forma a compensar a falta de Fernando, Hulk e Sapunaru no intervalo do jogo, nas passagens no túnel.

Como tem sido hábito, as passagens pelos túneis dos jogadores do Porto, tem sido muito badalada, e, José Gomes, como treinador adjunto de Jesualdo Ferreira, numa tentativa de motivar os jogadores, que perdiam 2-0 no momento contra a equipa leonina, fez-se expulsar, em discussão com o árbitro principal, João Ferreira, (ver notícia aqui) o que, apesar de tudo, se revelou infrutifero. Os jogadores, ao que soubemos, já não tiveram tempo de fazer uma conferência de imprensa motivacional antes do regresso ao relvado, e o resultado acabou por não se alterar (ver aqui prenda do Sporting ao Benfica).
Esperamos agora para saber se, a 9 pontos do líder Benfica e 8 do segundo classificado, Sporting de Braga, o Porto irá fazer expulsar mais alguém, eventualmente ainda mais preponderante do que José Gomes, que só coloca pinos no treino de Jesualdo Ferreira.

Márcio Guerra, blog Bimbosfera

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