quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Como não estavam habituados ...

Os "corruptos" e em especial o seu Juju, não se calam com os golos anulados. Não importa se são bem ou mal anulados, o que importa é citar números. E o pior é que a mensagem passa entre os seus apaniguados e a onda cresce, fazendo crer que não senhor, não têm sido ajudados pelas arbitragens. Só os outros o são! Neste caso, os outros é apenas e só o Benfica. Tristes!
E quanto à final da Taça da Liga, ainda lamenta que só é pena que os adeptos tenham de percorrer 600 kms! Queria certamente jogar em casa ou então que alterassem o regulamento para jogarem em Coimbra, por exemplo.
Vai-te ... Juju!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O assédio benfiquista aos jogadores do Braga

Foi amplamente noticiado hoje que a Direcção do Braga estava indignadíssima pelo facto dum adjunto de Jorge Jesus ter estado ontem num Hotel de Lisboa onde o Braga estava hospedado com vista ao jogo com o Belenenses.
Afinal a montanha pariu um rato, senão leiam a incrível rábula da mala Louis Vuitton.
A boa campanha dos minhotos no campeonato está-lhes a fazer verem fantasmas por todo o lado!

E continuam a MENTIR

Realmente é caso para dizer, e continuam a MENTIR!
Depois das declarações de ontem do responsável da PSP, vem hoje um director do Sporting de nome Pedro Afra, dizer que Bettencourt nunca garantiu ao Benfica 30% dos bilhetes para o jogo de hoje.
Já agora uma perguntinha inocente, porque não diz nada senhor JEB?
Segundo os jornais, já voltou das férias no Brasil mas continua de boca fechada sobre este assunto, entretanto os outros vão mentindo por ele!
É caso para perguntar, se nunca prometeram 30% porque motivo dizem isto, "Comunicámos ao comando da polícia que haveria negociações entre os dois presidentes e que se poderia chegar a um limite de 30 por cento, e nesse caso foi-nos dito pelo comandante que teríamos que fazer um novo 'briefing', porque isso obrigava a um novo dispositivo de segurança".
Mais palavras para quê!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Não jogarei no Benfica nem com um contrato milionário

Quem o diz é Cardinal, futsalista do Sporting em entrevista ao Semanário Grande Porto online!
Ao ler o título confesso que fiquei curioso para saber o motivo e ei-lo.
Cardinal é portista assumido – é a consequência natural de uma família azul e branca –, mas não quer “falar disso”. Uma alusão ao clube do coração só quando se lhe fala do Benfica. “Nem com um contrato milionário jogaria lá. O dinheiro não é tudo na vida”, atira, assim, o menino do Aleixo que aos seis anos já sonhava ser jogador de futsal.
 Pronto, está explicado. Ainda bem que ainda existem pessoas que não traem o clube do coração! Será?

"Lagartos" mentirosos!

A PSP clarificou esta segunda-feira que "via com bons olhos" que os adeptos do Benfica ocupassem 30 por cento da lotação de Alvalade no encontro de terça feira com o Sporting, da meia final da Taça da Liga. O subintendente Costa Ramos confirmou que "foi contactado" no sentido de se pronunciar sobre a "cedência de 30 por cento da lotação ao Benfica", e a hipótese foi acolhida com agrado: "Eu respondi que, para nós, PSP, até seria melhor!"
"Nesse caso, todo o topo norte ficaria para os adeptos do Benfica, o que permitiria deslocar das bancadas A-13, A-17 e A-23 as claques Brigada, Directivo Ultras-XXI e Torcida Verde para a bancada oposta, para junto da

Juventude Leonina", explicou Costa Ramos, na conferência de imprensa sobre o dispositivo de segurança do jogo.
Na reação à posição oficial do Benfica, que acusou o presidente José Eduardo Bettencourt de ter "faltado à palavra", o Sporting fez saber que consultara "as autoridades sobre a segurança do evento e que a hipótese de ceder os 30 por cento da lotação ao clube rival tinha ficado desde logo vedada".
Confrontado com o facto de a posição do clube de Alvalade não coincidir com a da PSP, Costa Ramos alvitrou uma explicação, apesar de ter confessado "não querer envolver-se em guerras entre os dois clubes".
"Se calhar, o presidente teria alguma dificuldade em responder perante as claques do Sporting sobre essa situação", referiu.
O responsável pela segurança do Sporting-Benfica disse ainda que no cenário hipotético do clube da Luz ter direito a metade da lotação: "Não seria problema algum, pelo contrário, os adeptos do Benfica seriam todos

colocados no topo norte. Haveria mais segurança do que haverá neste jogo".
Questionado sobre se a polémica que estalou entre os presidentes do Sporting e do Benfica a propósito dos bilhetes poder influenciar o comportamento dos adeptos dos dois clubes antes e após o jogo, Costa Ramos observou: "Espero que não tenha qualquer influência negativa, embora possa acirrar os ânimos dos adeptos, que procuração defender a posição assumida por cada um dos seus presidentes".
Este clima de crispação que se criou antes do jogo vai levar a PSP a reforçar a segurança: "O esquema, globalmente, não vai ser alterado, mas sim reforçado, por essa razão e porque nos cabe, também, o acompanhamento dos adeptos no exterior e no interior do estádio. Se o Benfica levar 6.000 adeptos em vez de 2.000 teremos de os monitorizar de forma dissimulada", explicou Costa Ramos.
Este não quis, no entanto, revelar o número de efetivos das forças policiais que estarão em serviço no "derby", limitando-se a dizer que "serão os necessários" e que "não andarão longe do que tem sido utilizado em dérbis' recentes".
A PSP defende, segundo o subintendente, uma filosofia de policiamento desportivo que tem a ver com a ocupação dos espaços no interior do estádio, com base na qual "os adeptos do mesmo clube devem ser colocados sempre em faixas do ponto mais alto da bancada ao ponto mais baixo".
"Colocar adeptos do Benfica na bancada B, por cima dos adeptos do Sporting, seria um fator de instabilidade e insegurança", exemplifica Costa Ramos, razão pela qual as claques do Benfica vão ficar todas nos setores A-7 e A-9 e B-7 e B-9, ocupando a tal "fatia de alto a baixo".
A PSP foi informada de que o Sporting cedeu ao Benfica 6.120 bilhetes e aponta para um cálculo de uma lotação entre 30.000 e 35.000 espectadores.
"Esse cálculo baseia-se na recolha de informação junto do Sporting sobre o ritmo de venda de bilhetes e tem em conta os cerca de 6000 que foram cedidos ao Benfica", rematou Costa Ramos.
(Fonte: Record)

Nova carta aberta

Depois da carta aberta do presidente do Braga publicada há dias no site do clube, agora temos a carta aberta de Domingos Amaral, cronista do Record, benfiquista.
Vale a pena lê-la!

Esta semana, o senhor declarou que "manobras estranhas e inqualificáveis estão a ser urdidas nos corredores do poder tendo um objetivo: parar o Sp. Braga".
Verifico pois, sem surpresa, que aderiu à "Pinto da Costa School" do dirigismo nacional, como aliás quase todos os dirigentes dos clubes portugueses, incluindo Sporting e Benfica. São três os princípios da escola: o primeiro é negar a realidade, o segundo é fazer-se de vítima, e o terceiro é atacar com violência os órgãos decisores que julguem contra o nosso clube, qualquer que seja a situação. Ora, o que lhe tenho a dizer sobre as suas palavras é o seguinte.
Eu vi, como todos os portugueses viram, os jogadores do Sp. Braga agredirem jogadores e funcionários do Benfica, no intervalo do jogo entre os dois clubes. Tal como vi as imagens das agressões de jogadores do FC Porto, no túnel da Luz. Portanto, escusa de negar a realidade. Se alguém anda a prejudicar o Sp. Braga, ou o FC Porto, são os jogadores das duas equipas, que tiveram atitudes essas sim inqualificáveis em profissionais de futebol. É evidente que eu preferia que o senhor declarasse que comportamentos desses são graves e prejudiciais aos interesses do clube que lhes paga o salário. Mas, esse desejo é puro delírio da minha cabeça e nunca irá acontecer. O futebol português há muito que vive da negação da realidade e da pura mentira. É muito mais fácil, e popular, atacar os obscuros "corredores do poder"...

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Aqui ataca-se Braga e Porto

Tiro o meu chapéu a este jornalista Fernando Guerra que tem atacado sistematicamente os corruptos e seus satélites.

Nada do que está a passar-se no futebol português, à revelia de princípios a que todo e qualquer desiderato desportivo deve subordinar-se, constitui motivo de admiração para quem minimamente se interessa pelo fenómeno.
Já se sabia que muitas situações estranhas emergiriam se o investimento feito pelo Benfica no reforço do seu quadro de profissionais tivesse retorno imediato, através de melhores resultados, de mais pontos e do acesso ao topo da classificação.

Já se sabia que o FC Porto, obstinado na conquista de outro 'penta', iria activar toda a sua oleada máquina de influências e arregimentar os aliados possíveis para manter desimpedido o caminho que eventualmente o conduzirá a esse desígnio supremo.

Só não se sabia que o Braga resistiria tanto tempo no primeiro lugar, proeza que lhe permitiu adquirir o estatuto de intérprete especialmente privilegiado nessa luta titânica entre águia e dragão. Mas era previsível que o FC Porto arrancasse célere à descoberta de conforto em ombro amigo assim que percebesse não dispor, sozinho, de argumentos suficientemente fortes para travar a ascensão do Benfica. Fê-lo, sem mais demoras, desfrutando de esperada e simpática disponibilidade por parte do presidente bracarense, o qual, sem que fosse necessário pedir-lhe, e a propósito de mero folclore, falou em «manobras estranhas e inqualificáveis que estão a ser urdidas nos corredores do poder tendo apenas um objectivo: parar o Sp. Braga». E empurrar o Benfica, deduzo...

Nenhuma surpresa até aqui, portanto. Apenas falta descobrir se Salvador tem a noção de estar a fazer de papel de embrulho: utiliza-se enquanto for preciso e depois... deita-se fora.
(Fernando Guerra, in A Bola)
 
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